No orfanato, eu sou a infância
Na profecia, eu sou o pagão
Na saudade, eu sou a lembrança
No medo, eu sou a escuridão.
Na dor, eu sou a morfina
No homem, eu sou razão
Na inocência, eu sou menina
Na casa, eu sou porão.
No jogo, eu sou o blefe
Na família, eu sou o sozinho
Na juventude, eu sou o êxtase
Na plentiude, eu sou o vinho.
Na música, eu sou a liberdade
Na pobreza, eu sou o excesso
Na tristeza, eu sou a vaidade
Na hipocrisia, eu sou o séquito
Na inércia, eu sou a mudança
No amor, eu sou a cruz
Na esperança, eu sou a vingança
Na cegueira, eu sou a luz.
Na profecia, eu sou o pagão
Na saudade, eu sou a lembrança
No medo, eu sou a escuridão.
Na dor, eu sou a morfina
No homem, eu sou razão
Na inocência, eu sou menina
Na casa, eu sou porão.
No jogo, eu sou o blefe
Na família, eu sou o sozinho
Na juventude, eu sou o êxtase
Na plentiude, eu sou o vinho.
Na música, eu sou a liberdade
Na pobreza, eu sou o excesso
Na tristeza, eu sou a vaidade
Na hipocrisia, eu sou o séquito
Na inércia, eu sou a mudança
No amor, eu sou a cruz
Na esperança, eu sou a vingança
Na cegueira, eu sou a luz.
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