Eu queria ter consenso com o que falo e o que penso, mas provavelmente ninguém iria entender minhas ideias a partir do momento em que elas saíssem por minha boca. No entanto, não costumo prendê-las em minha cabeça. Para mostrá-las, decidi moldá-las: tiro o excesso do excêntrico, mudo uma ou duas vírgulas, às vezes, perdem o seu sentido real, mas se tornam compreensíveis.
Em outros casos, me faço perguntas surreais, auto-avaliação tola, porque eu sei que não me darei nenhuma resposta- não passo no meu próprio teste de adivinhações. Não sinto o que normalmente são vendidos nas caixas coloridas e mostrados em vitrines pessoais. Esses anseios exibicionistas encontrados nas pessoas, que se ligam e desligam por questões de segundos.
Em outros casos, me faço perguntas surreais, auto-avaliação tola, porque eu sei que não me darei nenhuma resposta- não passo no meu próprio teste de adivinhações. Não sinto o que normalmente são vendidos nas caixas coloridas e mostrados em vitrines pessoais. Esses anseios exibicionistas encontrados nas pessoas, que se ligam e desligam por questões de segundos.
A acepção dentro de mim é aquela em que preciso inventar e cavar buracos para esconder os restos que ficam a cada partida – existem fósseis dentro de mim, sentimentos de longas datas em perfeito estado.
Eu ainda sinto...
Eu ainda sinto...